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LISETE TOLEDO – Mostra de Resultados “O Despertar da Criatividade”

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Linha e mancha. Cor e cor. Este universo abstrato surgiu de um exercício de aula. Consistia em cada um de nós sugerir uma linha aberta, que junto com as outras, produzisse uma composição. Apenas um desenho de linhas, mas que a Lisete, desafiada a transformar, me saiu com esta bela imagem.

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Como esta, com ares de Wassily Kandinsky. Uma surpresa para todos nós. Mas como ela chegou até aqui? É que não é tão importante chegar, mas saber como se chegou. É nisso que estamos nesse momento do curso.

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Esta imagem é de quando o universo abstrato começou a se manifestar, dizendo coisas importantes, sem palavras, coisas cifradas, que lá adiante a Lisete foi começou a usar.

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Aqui, novamente uma pintura que resultou de um simples desenho realizado coletivamente durante uma aula. A suavidade de uma linha que insiste em lembrar que nasceu de um desenho, é a marca dessa pintura. Mas ela está bem acompanhada pelas suaves transições de cor trazidas pela aquarela.

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Durante o curso, um desafio vindo lá da faculdade: reler Alfredo Volpi. Um desafio levado muito a sério pela Lisete, que não se iludiu com a aparente simplicidade do nosso grande mestre.

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E a simplicidade, que é um terreno fértil, gerou esta obra, um retalho de possibilidades. Superfícies se expressando numa comunidade  retangular.

As obras da Lisete foram elaboradas majoritariamente em tinta acrílica sobre papel.

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