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LEIDA CANTANHEDE – Mostra de Resultados “O Despertar da Criatividade”

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Esta interpretação da obra de Matisse, é, como não poderia deixar de ser, um exercício de cor. E de ritmo, e de signos, e de composição…

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Gustav Klimt é o ponto-de-partida para esta aí. Com uma parada para apreciar a obra de uma artista recente, que se inspira em Klimt: Kate Summers.

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Vincent, o querido van Gogh, é o autor da obra que originou esta releitura.

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E Fra Angelico, é o inspirador dessa contida experiência, cujo objetivo era evitar o detalhe. Para que a relação aparecesse dentro da obra.

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Os materiais, entre eles o estêncil, usado depois de uma consulta à obra de Marc Denis, uma descoberta para aluna e professor.

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E a arqueologia entrando como tema. A repetição da figura humana, tornada ritmo e superfície. Sem retoque, sem a interferência de modelos de perfeição que costumam tolher o que a arte costuma ter de bom.

A Leida usou neste trabalhos, o estêncil, aquarela, lápis aquarelável, canetinhas, pastel oleoso, guache papelão e mais alguma coisa…

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